TAIOBA
ROXA – Xanthosoma violaceum
A
taioba roxa é nativa da América Central. Conforme recomendação de
Valdely Kinupp no livro Plantas Alimentícias não convencionais
(PANC) no Brasil, as folhas e talos jovens podem ser consumidos desde
que bem cozidos e os rizomas cozidos e fritos. Devemos sempre colher
as folhas mais novas, tirar as nervuras principais, recomenda-se
branqueamento, ou seja, ferva água e coloque as folhas rasgadas com
os talos cortados em pedaços, conte até 3, retire e jogue água
gelada para parar o processo de cozimento. Fatie e refogue depois
normalmente com seus temperos preferidos, alho, cebola, pimenta, etc.
Tem sabor leve de couve.
Suas
folhas são ricas em potássio, cálcio, zinco, ferro, manganês,
boro, etc. Os rizomas podem ser branqueados por alguns minutos,
depois fatiados e fritos, segundo Kinupp.
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Coletando mudas na Oficina de Identificação de Pancs no Jd. Damasceno, agosto/16 - foto: Nivalda Aragues |
No
dia 1/8 último, realizei uma Oficina de Identificação e Coleta de
Mudas de Pancs no Espaço Cultural Jardim Damasceno, na Brasilândia.
Saímos do Espaço Cultural e logo no barranco do campinho de futebol
pudemos coletar várias espécies: dente-de-leão, radite,
barba-de-falcão, tanchagem, etc.
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Coletando mudas de pancs no Espaço Cultural Jd. Damasceno, agosto/16 - foto: Nivalda Aragues |
Caminhamos mais pra frente seguindo o parque linear encontramos um terreno
baldio com várias taiobas roxas com folhas enormes, coletamos aí
várias mudas, algumas para plantar na horta do Espaço Cultural.
Também
encontrei a taioba roxa no parque Mário Covas na avenida Paulista.
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Coletando mudas de taioba roxa no Jd. Damasceno, Brasilândia, agosto/16 - foto: Nivalda Aragues |
Taioba roxa no Parque Mário Covas na avenida Paulista - julho/16 |
Taioba roxa no Parque Mário Covas na avenida Paulista - julho/16 |
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